Encontros do Beira

18/05
19h horário de Rondônia
20h horário de Brasília

Ao vivo no canal
YouTube do Beira

Tradução simultânea em LIBRAS

Encontro de abertura

Homenagem Pilar de Zayas Bernanos e Lídio Sohn, vídeastas em ação no Vale do Jamary

Com a participação especial de Pilar da Zayas, Odyr Sohn e Naíra Sohn. Mediação de Juliano Araújo e Naara Fontinele, contribuição de Allyne Pinheiro, Ederson Lauri, Joesér Alvarez, Raissa Dourado. 

A sessão de abertura “Homenagem a Pilar de Zayas Bernanos e Lídio Sohn: videastas em ação no Vale do Jamary” é um convite para (re)conhecer o deslumbre e contundência das imagens e sons compondo dois trabalhos cruciais da obra do casal de videastas: Povo da Ribeira (1989) e  Os requeiros (1998). Ao homenagear Lídio e Pilar, o Beira – Festival de Cinema de Porto Velho tem como objetivo revisitar parte dessa expressiva criação documentária, cujo valor histórico e político se reatualiza fortemente com o passar do tempo, tendo em vista que a opressão, injustiças e impactos socioambientais abordados pelos filmes continuam se reproduzindo em Rondônia, desenfreadamente. Estes filmes experimentam o fazer documentário, conjuram lutas, traduzem sonhos das trabalhadoras e trabalhadores, mobilizam pensamentos e se engajam como escritores de tempo-espaço, memória e resistência. Em ação no Vale do Jamary, nas proximidades de Ariquemes, Pilar e Lídio deixaram ao cinema rondoniense um significativo legado que merece e precisa ser reiteradamente revisitado.

23/05
19h horário de Rondônia
20h horário de Brasília

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Encontro de encerramento

O que vem à luz quando nasce um festival de cinema? Diálogo de encerramento com Amaranta Cesar

Mediação de Naara Fontinele, com a participação de Angélica Menezes, Juliano Araújo, Érico Oliveira e Simone Norberto

Neste encontro de encerramento do BEIRA festejamos e pensamos o nascimento do BEIRA junto com Amaranta Cesar, articuladora de importantes reflexões a respeito dos festivais de cinema como política pública em nosso país. 

Amaranta Cesar é professora associada de Cinema e Audiovisual na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Possui graduação em Comunicação com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia(1998), mestrado em Comunicação e Culturas Contemporâneas também pela UFBA (2002), doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III – Sorbonne-Nouvelle (2008) e Pós-doutorado na New York University (2013-2014) e na Universidade Federal de Pernambuco (2018). Foi professora de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), entre 2009 e 2022. Foi curadora e organizadora da Mostra 50 Anos de Cinema da África Francófona (Ano da França no Brasil, 2009). Idealizou e coordenou o Cachoeiradoc – Festival de Documentários de Cachoeira (BA), entre 2010 e 2021. Coordenou o Grupo de Estudos e Práticas em Documentário (2009-2021). Integrou a equipe de curadoria do Festival de Cinema Brasileiro de Brasília (2013, 2017, 2018). Tem participado de inúmeros festivais como programadora, júri, conferencista. Tem apresentado trabalhos e publicado artigos com enfoque em cinemas contra-hegemônicos, documentário, cinemas indígenas, africanos e da diáspora, cinema brasileiro, curadoria e programação em cinema.

Debates, Masterclass, Conferências,
Mesa de conversa

19/05
17h horário de RO
18h horário de Brasília

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Tradução simultânea em LIBRAS

Debate

Futuros de Rondônia

Com Ricardo Gilson (UNIR), Márcia Mura e Lediane Felzke (IFRO). Mediação de Luciana Borges (UNIR)

Este debate é uma reverberação dos filmes exibidos na sessão de abertura do festival em homenagem ao casal de vídeastas Pilar de Zayas Bernanos e Lídio Sohn. Os requeiros – o garimpo de cassiterita e Povo da ribeira são filmes sensíveis, cada um a sua maneira, à questão da política de desenvolvimento extrativista em Rondônia. Nossa ideia é pensar esse problema interligando passado, futuro e presente. Os problemas sociais apontados pelo filmes dizem algo da Rondônia do presente? É possível pensar outros futuros para Rondônia? Qual é o futuro programado pelo poder econômico e em que medida ele afeta a população local? Estas são algumas questões que iluminam os caminhos desse debate.

20/05
19h horário de Rondônia
20h horário de Brasília

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Conferência

Por uma história dos Cinemas Amazônicos

Com Juliano Araújo e Sávio Stoco. Mediação de Lúcia Monteiro

A conferência “Por uma história dos Cinemas Amazônicos” terá como foco as pesquisas recentes de Sávio Stoco, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), e de Juliano Araújo, professor da Universidade Federal de Rondônia (Unir), com a mediação de Lúcia Monteiro, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Sávio Stoco discutirá a representação da região amazônica nos filmes longas-metragens documentais do cineasta luso-brasileiro Silvino Santos “Amazonas, maior rio do mundo” (1918-1920) e “No paiz das Amazonas” (1921-1922), considerando sua dimensão histórica e estética. Juliano Araújo falará do cinema documentário em Rondônia, no período de 1997 a 2013, feito por cineastas que nasceram ou se radicaram na região, como Alexis Bastos, Beto Bertagna, Carlos Levy, Fernanda Kopanakis, Joesér Alvarez, Jurandir Costa, Lídio Sohn, Luiz Brito, Pilar de Zayas Bernanos e Simone Norberto.

O encontro marca o lançamento dos livros “O cinema de Silvino Santos (1918-1922) e a representação amazônica: história, arte e sociedade” (Concultura, 2021), de Sávio Stoco, e “Documentário em Rondônia: realizadores, filmes e contextos de produção” (Edições Motriz, 2022), de Juliano Araújo.

21/05
14h horário de Rondônia
15h horário de Brasília

Ambiente Zoom
e disponibilizado no
canal YouTube do Beira

Masterclass de Dácia Ibiapina

O cinema documentário como lugar de memória e de luta dos movimentos sociais

Mediação de Cláudia Mesquita

Dácia Ibiapina é piauiense. Mora em Brasília há 28 anos. Diretora, roteirista e produtora de cinema. Sócia administradora da empresa produtora Carneiro de Ouro. É professora e pesquisadora aposentada da Universidade de Brasília. Dirigiu em Brasília ou a partir de Brasília 06 curtas documentários, um DocTV e 03 longas: Entorno da Beleza (2012), Ressurgentes: um filme de ação direta (2014) e Cadê Edson? (2019). Atualmente está produzindo “Confluências” em co-direção com Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo).

Claudia Mesquita é professora do curso de graduação e do programa de pós-graduação em Comunicação Social da UFMG, onde integra os grupos de pesquisa Poéticas da Experiência e Poéticas Femininas, Políticas Feministas. Pesquisadora do cinema brasileiro, com mestrado e doutorado na ECA-USP, e pós-doutorado na UFC. Em seus artigos recentes, tem trabalhado articulações entre elaborações fílmicas e históricas. Publicou, com Consuelo Lins, o livro “Filmar o real – sobre o documentário brasileiro contemporâneo” (Editora Jorge Zahar, 2008), e organizou, com Maria Campaña Ramia, “El otro cine de Eduardo Coutinho” (Cinememoria e Edoc, 2012), publicado no Equador.

21/05
19h horário de Rondônia
20h horário de Brasília

Ao vivo no canal
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Mesa de conversa

Fazer cinema com e em família

Com os cineastas Maria Clara Escobar, Kaline Leigue, Fábio Rodrigo e Marcos Yoshi Mediação de Kênia Freitas

22/05
15h horário de Rondônia
16h horário de Brasília

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Mesa de conversa

Alianças entre o cinema e os povos indígenas

(mesa organizada no âmbito da mostra BEIRA convida: forumdoc.bh)

Com John Nara Guarani Kaiowá, Márcia Mura, Vincent Carelli. Mediação de Ruben Caixeta

Debates gravados com cineastas

disponível online a partir do dia 19 de maio
no canal YouTube do Beira.

Com Allyne Pinheiro, Carlos Reis, Eva da Silva Alves, Joesér Alvarez, Kaline Leigue e Maria Luiza Ferreira Santos. Mediação: Juliano Araújo e Lúcia Monteiro.

Brasil: retomadas - território, história, imaginação

Uma proposta de Érico Oliveira, um dos curadores da mostra ” Brasil: vários cantos”, essa série compreende quatro conversas pré-gravadas com os seguintes realizadores:

Aiano Bemfica de Entre nós talvez estejam multidões, codirigido com Pedro Maia de Brito (2020)

Carolina Canguçu e Roberto Romero de Nũhũ yãg mũ yõg hãm: Essa terra é nossa!, codirigido com Isael Maxakali e Sueli Maxakali (2020)

Janaina Wagner de Curupira e a máquina do destino (2021)

Juraci Júnior de Nazaré: do verde ao barro (2021)